As perguntas que separam escopo necessário de escopo inflado
A maior economia de um projeto de TI não vem da negociação de preço unitário: vem de não comprar o item que nunca seria usado. Essas são as perguntas aplicadas em todo diagnóstico da Simples Solução TI, antes de qualquer aprovação de compra.
- Qual é a unidade de consumo real?
- Licenças, pontos de rede, portas de switch e caixas de correio devem ser contados por usuário ativo ou equipamento efetivamente conectado — nunca por cadeira, por sala ou por metro quadrado.
- Usuários simultâneos ou usuários cadastrados?
- Links de internet, servidores de arquivos e licenças de acesso concorrente são dimensionados pelo pico simultâneo. Usar a base cadastrada como referência infla capacidade que jamais será exercida.
- Quem especificou também vai fornecer?
- Quando o mesmo fornecedor dimensiona e vende, o incentivo econômico empurra o escopo para cima. Uma especificação revisada por quem não tem participação na venda do equipamento é o controle mais barato que existe.
- Já existe capacidade paga e ociosa?
- Antes de comprar servidor, link ou licença, auditamos contratos vigentes: planos de nuvem com tier acima do uso, licenças atribuídas a ex-colaboradores e links redundantes esquecidos aparecem em praticamente todo diagnóstico de PME.
- A reserva de crescimento tem prazo definido?
- Folga sem horizonte declarado não é planejamento: é margem de erro embutida no orçamento. A reserva precisa vir com o número de postos e o prazo em que será ocupada.
